quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

No balanço final.


Depois de escrever o que eu quero para o ano que vem...
"Sem grandes e difíceis objetivos pra esse ano. Eu quero curtir, ser feliz. Batalhar, sim, mas a batalha de cada dia, de cada trabalho pra ser entregue, de cada entrevista pra se sair bem. Estudar, ler, ler e ler mais um pouco. Sonhar, sair, conhecer pessoas, pontos de vista e gostos diferentes. Me apaixonar. Se tiver que chorar, que eu chore, se tiver que correr atrás, que eu corra. Eu quero querer, e saber que eu posso conquistar. Que seja meu mérito, meu esforço. Que seja por mim, por que eu quis. Esse ano eu quero viver o que eu posso viver, aqui e agora!"

2010!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

DEZ/2008

Sabe aquela minha caixa que fica numa prateleira alta lá do guarda-roupa? Peguei o papelzinho dobrado dentro dela que dizia assim:

"Para o ano de 2009.
-Passar no vestibular...Passei...
-Que minha família se estabilize.
Elas estão no caminho.
-Fazer novos amigos (muitos e bons), sem perder o contato com os antigos.

No comments
-Que meu coração volte a se sentir satisfeito, cheio de euforia e paixão (seja lá como for)
É meio piegas, mas era o que eu tava precisando

-MUITOS MOMENTOS FELIZES!"
Jorge BenAlubrilhando Alub 2009.1Tia Mirella. Colônia de férias Clube NavalUm pedaço da saudade de Recife que eu matei (JUL/09)E mais um tanto de Happy Hour naquela UnB...


O balanço final? Sim sim, como não poderia ser positivo? A gente tem que dá um pouco de si pra receber algo em troca. Isso eu aprendi muito bem esse ano. O que eu não consegui? Deixa fora dessa lista, o ano que vem tem tudo pra sem bem mais do que eu espero. E eu garanto que eu não vou pensar muito baixo, não.
A lista pro próximo ano eu tô escrevendo. Vai pra caixinha no dia 31 =D

sábado, 26 de dezembro de 2009

Mais um 25dez no cinema.


Avatar é disparado o melhor filme do ano. Um final previsível, mas, aqui entre nós, se não tivesse terminado daquele jeito, eu e mais da metade do público teria ficado revoltado. Ainda assim, sem dúvida, o melhor filme do ano.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Era Natal, mas isso era o que menos importava.

Não fossem pelos enfeites e pelos papéis de presente espalhados pelo chão da sala de estar, ninguém diria que se tratava-se de uma data especial. Assim era feito todos os finais de semana. Os netos correndo pela casa, as noras conversando na cozinha, o pai e os filhos assistindo televisão. Poderia ser carnaval, ou o aniversário de um deles, eles estariam ali, juntos, às vezes sem ter o que celebrar. Na beira dos seus setenta anos, aquela senhora, que pusera toda aquela família junta, observava. Sentada em um canto vago dos sofás ocupados, via os netos se deliciarem com os presentes simples que comprara cuidadosamente para cada um deles. Pensava consigo mesma na imensidão que se transformara a sua família, e naquela data, a ligação entre eles era mais evidente ainda. Ficava clara na reunião e na forma como se tratavam, que as disavenças e os pequenos problemas eram uma pequena parcela do que enriquecia tudo aquilo. Sim, enriquecia, mantinha-os mais irmãos, mais filhos, mais primos e mais ainda netos. Ela via o quanto aquilo era bom. Nem mesmo a discussão estridente dos filhos interferira em seus pensamentos. Apenas a voz de uma das netas que já falava com ela a certo tempo, sem que ela percebesse:
-Vovó, a senhora tá bem?
Voltou para si e percebeu a preocupação de uma da neta mais velha.
-Estou sim minha filha...
-É que eu queria mais um pouco daquela sobremesa que a senhora fez, ainda tem?
-Claro que sim. Vamos que eu coloco uma taça bem cheia para você.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Conclusivas.

Falando da vida alheia com Carlene e Natália, eu cheguei a conclusão:
-Mainha se ilude, muito. Eu me iludo também, muito. Mas pelo menos eu vivo a ilusão tendo noção de fato que eu estou me iludindo. Ela não.


Só não consegui perceber se isso é um ponto a meu favor, ou só fod... mais ainda com a minha situação.


"E assim como disse, ele o fez. Não pronunciou uma palavra, virou-se e seguiu o seu caminho para casa. "
(o trecho do texto que eu não postei, vai ficar guardado até isso passar)

Let it shine!


Cada um tem uma luz dentro de si. Bem aventurados aqueles que se deixam descobrí-la. E mais ainda aqueles que são rodeados por quem a enxerga. Cada um tem a sua beleza. Não é preciso ter 1,80 m e 85 cm de quadril para que você seja vista. A sua graça, é você quem faz, e aqueles que a rodeiam dão o toque especial. Um nariz mais redondo que marca, ou o sorriso que sai meio torto quando você está sem graça. Eles fazem parte de você, eles são você. Você realmente acredita que tem o ombro muito largo, ou que poderia perder alguns quilos? É só procurar um pouco, que vai achar alguém que gostaria de ter exatamente aquilo que mais abomina em você. Você brilha, sim, deixe brilhar! E a quem não consegue ver isso, seja indiferente. Eles não são capazes de ver essa luz, mas também não conseguirão tirá-la de você. Eles apenas não perceberam ainda do que você é capaz.

Ensaio com a Irmã. E o Natal batendo na minha porta.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Entre os meus seriados.


Dawson é um sonhador nato que vive numa casa e família dos sonhos. Joe é racional, franca, realista e vive com a irmã separada e seu namorado negro num trailer desde que sua mãe morreu de câncer e seu pai foi preso. Eles são melhores amigos e sentem essa amizade abalada pela maturidade que rodeia inevitávelmente o convívio entre os dois, quebrando a normalidade que eles viam em virar a noite assistindo filmes no quarto de Dawson e dividirem a mesma cama. A série conta ainda com Jen, recem-chegada de NY e bastante interessada em Dawson; e Pacey, amigo dele que pela metade da primeira temporada tem as vistas aguçadas pela personalidade de Joe. Um belo quadrado (?) amoroso adolescente. Por quê Dawson's creek? Eu sinseramente não me lembro exatamente por que, mas eu tenho a trilha sonora muita clara na minha memória, além da Kate Holmes e do James Van Der Beek, que eu não consigo enxergar, se não como Joe e Dawson. Bem leve e aguinha com açúcar pra curtir essas ferias.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

É impressionante...

Como o Cafa fala as coisas no exato momento em que eu estou vivendo-as. É no mínimo surreal.

"Não tinha pieguices, lugar-comum, perfume ou demais patetices que mulher apaixonada enfia em carta romântica. Tinha rasuras, letra torta e alguns erros, mas o conteúdo era sincero e de alguém que havia reconhecido seus erros, apontado os meus e mostrado que a vida / um relacionamento não é uma fórmula matemática. Pensei, repensei e decidi que deveria dar “uma chance” pra nós.

Sim, eu sei que pode parecer incoerente, pois há dois posts eu disse que não acreditava em chances. Mas, como eu mencionei nesse post, é muito fácil tomar uma decisão apenas pensando racionalmente, seguir uma fórmula e esquecer a emoção."


http://www.manualdocafajeste.com/

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

breaking dawn


What kind of man that you are? If you are man at all.
Eu demorei um pouco to figure it out como aconteceu a lua de mel deles, mas foi só voltar alguns parágrafos e tudo ficou bem claro. Ler breaking dawn é como ficar presa em um mundo onde esses amores realmente acontecem. Justo agora que eu preciso tanto de racionalidade eu mergulho nessa fantasia. Whatever, é só fechar o livro que eu acordo. Segundo a Laís "Que bom que você tem sido mais racional nos ultimos dias."

sábado, 5 de dezembro de 2009

Tava só aqui pensando.

Sabe quando pessoas que você não fala a meses ou até anos vem falar com você, do nada? Estranho, isso aconteceu muito essa semana, e não foi com uma pessoa só.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

No meio do caminho havia um pedra.

Felizmente, a greve não atrapalhou o fim do semestre. Graças aos santos protetores dos professores dotados de bom senso.

Trabalho final de IPP Ok
Trabalho final de CeU Ok
Projeto de FunComVis Ok
Curta de Oficina Básica de Audio-visual Ok
Prova de ICP ...
Houseofenglish ...


Tá acabando, tá acabando...

domingo, 29 de novembro de 2009

What if... Would you?



What if I was an angel? And you just couldn't see me or hear me. What if I was allowed just to follow you, without a word, without a concret sigh. What if I couldn't be touched by you, and you couldn't feel my hugs, my kisses, my skin. At least not in a phisycal, but in some mystical way you would know that I'd be there, watching you, carrying you around. And I'd be able to know what you feel, what you think, if you really miss me truly. I'd be by your side, supporting you, in your problems, difficulties, achievements. And even a thousand miles couldn't prevent me to do it. But, what if was an angel?... Would you live your life without the physical pleasures that I wouldn't be able to give to you? And would you wait to spend your time with me through the eternity? Would you?






(deixando os errinhos de lado, eu tô sem teacher pra corrigir =/ )

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Realize. Pré-cobertura.

Faço do meu post o post do Entre Sutiãs. Diga-se de passagem, postado por mim.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

What should I do?

"Checar câmeras, separar livros pra devolução, ler textos de antropologia..." Ia fazendo a lista de tarefas no ônibus enquanto a Laís falava de alguma coisa que eu não faço ideia do que seria. Respondia com movimentos de cabeça periódicamente apenas para demonstrar a falsa manutenção do canal de comunicação. E ao mesmo tempo em que prestava atenção em fragmentos da música que tocava no fone compartilhado com a amiga, repassava a agenda da semana seguinte: "Trabalho final de IPP, Conto de Oficina de Texto, Trabalho final de Comunicação e Universidade, edição do vídeo de OBAV". Eu sabia que não demoraria muito para minhas amigas perceberem, afinal, episódios sequentes deixavam evidente a minha falta de atenção, ou a exigência exacerbada dela que afetara algumas das minha ações. Começando pelo ápice, o cúmulo da minha distração que marcou a semana destrabelhada.Depois de guardar computador, livros e estojo, colocar a mochila nas costas e descer da FAU para "Maravilhosa" aula de OT, vamos andando pelo corredor da FAC em direção ao Pavilhão. Eu ia na ponta de dentro, enquanto Iasminny e Laís conversavam sobre sabe-seláoque (mais uma vez não estava atenta para o assunto da conversa). De repente alguém passa por mim e esbarra/segura/puxa meu braço, o que me faz pensar "Quem é essa pessoa que eu nem conheço e passa desse jeito por mim?". Até eu escutar um "Mirella?" como quem diz "Você não me viu?". Devo ter ficado vermelha instantâneamente (o comum e inevitável que me acontece sempre que passo vergonhas desse tipo). De fato, não vi. Segundo minhas amigas, ele vinha me olhando desde o final do corredor, provavelmente na esperança de tê-lo visto assim que tivesse dobrado a esquina (o que teria sido o normal!). MAS EU NÃO VI! Saí procurando um buraco para enfiar minha cabeça e me questionando o motivo da minha displicência, tudo bem que eu sou um "pouco" distraida, mas aquilo foi um um pouco demais. Os questionamentos não serviram de nada, a não ser ter desencadeado uma série de outros episódios de distração. Dentre eles deixar os livros da biblioteca na sala de IPP, quase esquecer meu celular (novo!) carregando na FAU, deixar a pasta no guarda-volumes do RU (e não voltar para buscar), e a última, perder minha caneca no PAT. Agora eu me pergunto "O que eu faço sem a minha caneca na UnB?". Muita coisa pra fazer, eu sei, pode ser uma boa justificativa. Na opinião das meninas, eu não deveria ter pego Breaking Dawn pra ler. Segundo elas eu vou ficar mais tapada e romântica do que eu já sou. Outras tem falado que é essa minha ansiedade de ir pra Recife. Talvez todas os fatores juntos. Não vou quebrar minha cabeça tentando resolver mais esse problema. O melhor a fazer é me manter bem atenta, pelo menos até o final do semestre, e sem dúvida, não levar mais meu computador para a UnB nesse meio tempo. (Melhor prevenir do que remediar, o que me custaria beeem mais caro).

sábado, 14 de novembro de 2009

Um comentário bem rápido.


Junte os Estados Unidos da América, um cientista, uma catástrofe, um herói americano e um presidente disposto a salvar a humanidade. Tanram! Você tem um sucesso de bilheteria. Tudo bem, 2012 não contém exatamente a mesma história que Independece Day, O dia depois de amanhã ou Gerra dos Mundos. Eles citam bastante as previsões dos maias para o fim do mundo em 2012, demonstram um tipo de Arca de Noé do século 21, e muitos muitos efeitos fantásticos de te deixar tenso na cadeira o filme inteiro. Também vale salientar a importância dada aos físicos indianos, e a construção "eficiente" (assim classificada pelos americanos) das "arcas" pelos chineses. Sem contar da rara, pra não dizer primeira, versão negra do presidente dos Estados Unidos no cinema. Mas no final, o enredo é o mesmo. Herói americano marginalizado salva a humanidade e os EUA protagonizam o começo de um novo mundo. Quase uma receita antiga de família.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Eu to voltando pra casa, outra vez.

Estou com montes de textos dentro do meu caderno e quase nenhum deles publicáveis, a maioria comprometedores ao extremo. Terminei postando dois videozinhos legais no Entre Sutiãs por causa disso. No momento estou escutando Móveis Coloniais de Acaju. Por enquanto só escutando e analisando, assim que sobrar um tempinho (coisa difícil diante da quantidade de trabalhos a serem feitos) dou meu parecer em relação a banda que movimentou a UnB num show nessa quarta-feira.
Abrindo mais um parênteses:
Minhas passagens estão compradas, apesar da dúvida se eu iria pra Recife ou não nessas férias, vi uma promoção e terminei comprando. Pesou ainda o fato de Brasília virar um deserto em janeiro e a possibilidade de poder voltar com minha carteira de motorista nas mãos (já tava em tempo). Alémde outros motivos que não cabem citá-los aqui ainda. Whatever, eu falo falo falo que não quero mais morar lá, mas no final das contas todo mundo me zoa por que eu sou uma versão do "De volta pra minha terra" ambulante, que não perco uma oportunidade de dizer que sou de lá, e que eu puxo o sotaque quando meu pai liga pra mim. Fazer o quê, é o sangue permanbucando que corre nas veias, e eu fico arrepiada só de saber que estarei de novo lá em breve. Por que no final das contas, é pra lá que eu volto.

domingo, 8 de novembro de 2009

Entre pessoas e lugares.


Foi a tarde inteira assim, na frente do computador, uma hora sentava, outra deitadava, e ia mudando a medida em que os membros começavam a ficar adormecidos. Depois de acordar a uma e meia da tarde, ter o orkut hakeado e me perguntar, o que eu fui fazer naquela festa ontem?
Acho que já comecei a cansar das saídas sagradas de finais de semana... mas como assim, eu mal comecei! Tudo bem, talvez seja o tipo de programa, ou os locais dos programas. Filas com pessoas mal educadas, a maioria delas adolescentes tentando ser e se achando adultos pelo simples fato de estarem com um cigarro entre os dedos; mulheres com roupas insinuantes ao extremo de serem confundidas com profissionais (pra não usar palavras piores), e não, elas não estavam só com um belo decote de fora, era isso e muito mais; homens que não tem a mínima ideia do que fazer para conquistar a atenção de uma mulher e se portam como completos idiotas, bêbados e irritantes á frente da primeira que passar pela sua frente (não se dando nem ao trabalho de escolher uma de outra roda de amigas, pelo menos). Além de não entenderem que "não" é NÃO! Não, não estou a fim de conversar com você por que você está bêbado. Não estou a fim de falar meu nome por que você vai me encher o saco até eu te dar um beijo e você ir embora. E não, não estou a fim de falar com você por que você não disse se quer uma palavra interessante além de "como você é linda", o que provavelmente você já disse pra metade da boate e dirá para qualquer uma (por mais feia que seja) no final da noite. A minha amiga comentou um certo dia que perguntaram a ela "Mas você não bebe? O que você vai fazer nas festas então, se você também não fica com ninguém?". Certamente ela respondeu, dentre outras coisas, que há muita coisa divertida a se fazer nas festas além de ficar bêbada e beijar o primeiro que puxar papo. Tipo, se divertir com as amigas, dançar (sem nenhum brutamontes tentando te agarrar por trás), tomar uma coisa ou outra sim, mas sem precisar dar vexame e não lembrar o que fez no dia seguinte. Então lembrei da conversa das sutgirls com o Cueca (próxima atração do Entre Sutiãs), em que uma das perguntas foi "Qual o melhor lugar para se encontrar um cara pra namorar?" E ele respondeu "A igreja!". Fato! Tudo bem, só a igreja seria um pouco radical, mas é preciso escolher com muito mais afinco os lugares. E aí eu incluo não apenas namorados, mas pessoas interessantes, que não precisam ser castas (o que eu acharia bastante monótono, diga-se de passagem), mas divertidas, engraçadas, que saibam a diferença entre ser simpática com querer ficar (típico discurso das brasilienses, já me falaram isso =P), e com o mínimo de conteúdo, por favor!

sábado, 7 de novembro de 2009

Job de web.

Essa semana eu participei da dinâmica de seleção da Doisnovemeia Publicidade, empresa júnior da UnB. Foi legal, apesar de tentar entender o quê eles analisam com as atividades ser frustante, devo ter me saído bem. Só que uma coisa ficou comigo e vai ficar até o dia 17 deste mês: o Job de seleção. Eu me inscrevi para area de web, com uma séria esperança de pender para criação em Web assim que conseguir entrar na agência. Segundo a prof. Gabi, existe sim essa possibilade. Não que eu não goste de ter que bolar entratégias dentro das redes sociais e pensar em idéias mirabolantes para hotsites, mas sem dúvida o meu perfil é de criação. E como eu sou um pouco exigente, espero que essa criação seja dentro de web (que é muito mais legal). Voltando ao job... Os produtores de Toy Story procuram a agência para divulgação online do terceiro filme da trama. Um público de 12 a 15 anos que considera o filme infantil para sua faixa etária. Entre outros detalhes voltados para o planejamento. Assim que li o job embarquei numa viagem sem volta e cheia de tempestades de ideias. (viagem essa que me custou duas noites de sono e uma prova de ICP que eu não tenho ideia de qual será minha nota). Por fim, já busquei os livros na biblioteca e toda ideia, por mais tosca que seja, está anotada no meu bloquinho. Nesse meio tempo já descobri as redes sociais favoritas dos adolescentes (orkut, facebook, youtube, eles não gostam de twitter), e alguns dos hábitos desse público. E ainda tenho um longo caminho para definir minha estratégia e ações (que também podem ser offline). O brainstorm é constante, tanto de me fazer levantar da cama e acendar a luz só pra anotar e não perder nada. Veremos o resultado disso tudo, acredito que até lá meus trabalhos finais e leituras de antropologia ficarão seriamente comprometidos.

Abrindo um parênteses:
Eu fico impressionada como esse lance de Alice tem sido recorrente na minha vida. A começar pelo livro que surge bem a minha altura na estante da biblioteca e me leva a um texto cheio de devaneios que foi parar no Entre Sutiãs. E hoje, entrando no site da Professora Gabi em busca de referências, o primeiro ensaio fotográfico dela (que engraçado) chama-se Alice's imaginary .
Vou colocar todas as fotos, por que ficaram tão legais que não consegui eleger uma para postar aqui.



v

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Practicing


You might know what I mean. There`s such a big world out there, and people who want you head cut out. "How many softwares you know how to use""Have you ever travelled abroad?""Do you have any experience?". What should I put on my resumè, I`ve just entered in college. How could I have any experience? Maybe if I say I`m a good student... Maybe If I mention my good grade in high school...How about my english?!
Yeah, such a good and fluent english, as you can see. -.-`` Ok, I got it, let me practice a little more.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

The saturation of my colored world.

Hoje não tem filosofia, nem considerações feitas a partir de observações minhas. Só um pouco de revolta pela mudança da comunicação visual do meu quarto. É, a disposição dos elementos dele que está diferente. Chego na sexta-feira depois de uma longa aula de ICOM, pronta para colocar o computador no meu colo e me jogar na rede. Mas, pasmem, mudaram minha cama de lugar! E agora ela fica no único lugar onde eu podia colocar a rede. Onde eu deitava pra estimular minha criatividade e alimentar algumas das minhas fantasias indecifráveis. A justificativa "Tava juntando muita coisa no canto da parede, e você não arruma esse quarto nunca, Mirella. Eu joguei suas roupas dentro do armário, mimimimimimi" Ora essa, eu sou uma estudante universitária, tenho resenhas, apresentações, leituras e trabalhos de funcomvis pra fazer. (tudo bem que antes eu era uma vestibulanda e tinha leis de newton, filosofia, segunda guerra e eletrólise pra estudar, mas whatever). Tá vai, meu quarto é bagunçado, mas essa é uma caracteristica intrínseca a ele. Se não fosse assim perderia parte da sua saturação e colorido. E além do mais eu não acho nada quando ele está arrumado (tá, eu também demoro pra achar na bagunça mas geralmente eu levo menos tempo). Fora que esse dias eu cheguei super tarde em casa devido ao meu retorno ao mundo dos atletas. Éééééé, tô no time de volei da FAC! Perdemos o primeiro, mas foi só o primeiro, e a gente tava desentrosada e todas essas coisas. Enfim, deixa eu retomar o colorido do meu quarto e colocar as coisas nos seus lugares de direito. E que ninguém se atreva a mexer de novo na composição visual dele!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ei, você!...


Sim, você... Por qual janela você me vê?

Sem, com S.

Estou sem tempo para textos elaborados, sem inspiração para jogos de palavras ou frases poéticas. Sem paciência e disposição pra escutar o que eu não quero, por que eu tenho falado demais, nas horas mais inoportunas. Não uma gafe entre amigas (isso não me afetaria em nada), é o vicio da tecnologia. Você escreve e milhões de pessoas já leram, enviou e não tem mais como retornar (assim como as palavras ditas). Eu falando pelos cotovelos por aqui, e o meu seminário sobre a história do design? Tudo bem escrito e bem estruturado, mas e a apresentação? Cheia de "haa, ééé, então" e frases que não consigo proferir sem o mínimo de prolixidade. Preciso aprender a falar, literalmente. Colocar para as pessoas meu ponto de vista, de forma rápida, coerente, sem a necessidade deficiente de um papel e uma caneta para tornar isso claro. Hoje eu estou sem, hoje me falta, me falta um pouco de tudo.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Sem mais restrições à Comunicóloga.


Quando nós concebemos a ideia do Entre Sutiãs, queríamos focar na amplitude dos assuntos abordados. O próprio nome sugere assuntos íntimos tanto quanto a roupa de baixo. Dentre esses tópicos, um bem sutil não poderia faltar. Seria ele o sexo. Mas aí entra o conflito, qual das sete meninas falaria sobre? A princípio todas concordam que o assunto deve sim ser citado e comentado, mas até então ninguém se prontificara. E então passei a pensar que eu tenho sim coisas a falar. Porém mantenho uma certa relutância em fazê-lo. Mas porque? se estaríamos tão à vontade para escrever aquilo que bem entendermos? Ora, é bem simples. O assunto é vasto e rico e eu tenho opiniões diversas, mas todas elas nunca saíram do círculo de amizades de confiança e abertura (incluindo um ex-namorado com quem eu falava bastante). E mesmo nesse meio, algumas palavras eu simplesmente não conseguia citar, e chegava nela por meio de rodeios às vezes difíceis de acompanhar. Meu receio de falar sobre isso é: como eu seria interpretada. Não digo como autora do Entre Sutiãs, mas como Mirella de fato. Os que me conhecem e sabem da minha retração sobre o tema, como reagiriam ao me ver falar abertamente em um local onde qualquer um teria acesso. E aos que não me conhecem tão bem ainda, que ideia fariam de mim ao notar uma certa "experiência" (não muito vasta) que não há como esconder ao falar do tema. Ponderei muito sobre o assunto e cheguei a conclusão que fazer parte desse projeto que abarca tantos temas diferentes (e mesmo na comunicação em geral), não há como manter determinadas restrições. Outros tópicos muito mais complexos e peculiares ainda me serão requisitados. Percebi que eu posso falar do que eu quiser. Quanto a minha imagem, cabe a mim saber escolher a forma como eu posso fazê-lo. Não tornar vulgar ou ofensivo é o que vai afetar ou não a forma como aqueles que me conhecem pessoalmente me verão depois de ler. Meu post estará lá em breve, enquanto não, as meninas vão arrasando por lá.

sábado, 17 de outubro de 2009

Briga de cachorro grande


Na quinta-feira passada tive um trabalho para apresentar na aula de Introdução à publicidade e propaganda. Na correria da faculdade e das muitas matérias (todas com seus respectivos trabalhos) só conseguimos terminar na quarta à noite. Essa apresentação, entre outras coisas, me fez ver a diferença gritante entre o ensino médio e uma universidade como a UnB. Alunos bons no ensino médio tem seus trabalhos inevitavelmente destacados dos outros. Até mesmo aqueles como o que eu terminei em cima da hora. Na universidade isso não acontece. Fiz uma apresentação que atendeu a todas as expectativas, mas que foi praticamente engolida diante da criatividade e riqueza de conteúdo das outras. A briga agora é de cachorro grande. Só os melhores alunos estão sentados naquelas cadeiras. O trabalho de última hora já não chama mais a atenção que chamava no meio daqueles que mal se davam o trabalho de fazer um cartaz com margens regulares. E assim será o mercado, aliás, assim sempre foi. Só ficam os melhores entre os melhores. Eu tenho sorte de estar acordando para isso. E ainda assim sei que uns ainda vagam pela UnB achando que tudo é uma grande festa. Uns que enquanto Hélio Doyle (jornalista renomado com experiência desde Veja até Globo, professor da UnB) fala na sala de aula, discutem sobre quem vai dar PT no próximo churrasco. A briga vai ser feia, mas esses eu nem ponho na minha lista de concorrentes.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

The vampire diaries.



Eu aproveitei que a NET fez a caridade de abrir o sinal da Warner aqui em casa e fucei algumas novidades. Assiti uns episódios mais recentes de Smallville, que por sinal já tá avançado e viajado demais pro meu gosto; vi que o menininho de Two and a half man já virou um marmanjão; e o mais interessante de todos: Vi que vai estrear a nova série The vampire diaries. Como eu sou sou muito sortuda e tenho certeza que um dia antes da estreia da serie eles vão cortar o sinal, fui mais esperta e baixei logo os episódios disponíveis na internet. Vi o episódio piloto e fiquei impressionada com a semelhança com a saga Crepúsculo. Um vampiro elegante e charmoso que não quer ser um monstro. Ele mora numa cidade pequena; tem aparência de 17 anos apesar de ter mais de 100; fala coisas bonitas e tem uma paixão inexplicável por uma mortal que nem imagina que ele é um vampiro. Até os olhos também escuros quando ele está com "sede". Pois é mas como boa estudante de comunicação, antes de dizer que The vampire diaries é um completo plágio de Crepúsculo, eu apurei os fatos (sempre quiz dizer isso!). Não eu não fiz nenhum investigação mirabolante I`ve just google It. Pois é, e a série é baseada em uma história publicada no início da década de 90 (então Crepúsculo que é um plágio?? Fica a questão..). Então, as histórias também não são completamente iguais. Elena (Bella) é popular e orfã de pai e mãe. Stefan(Edward) tem um irmão malvado Damon que entra na disputa por Elena, e o enrendo tem uma coisas interessantes. Ainda não descobri tooooda a história passada de Stefan (só vi os dois primeiros episódios), mas eu acredito que coisas cabulosas ainda virão por aí. Ah, eu gostei, apesar da semelhança e comparação inevitável, achei legal, deu vontade de assistir um atrás do outro. P.S.: o Diretor é o mesmo de Dawson`s creek, que diga-se de passagem eu ADORAVA. Soo, let me enjoy it!

domingo, 11 de outubro de 2009

Um breve comentário

"Cafa > Ahaam não soube brincar de ser homenzinho, né? Cadê aquela garota que “se mantinha numa linha segura de limites” ? Caiu? Pois bem, não fique chateada. Você faz parte da grande maioria das garotas que ainda acredita poder brincar e racionalizar os sentimentos. E isso está errado? Não sei. Na sociedade atual (é meio clichê essa expressão, mas não encontrei outra) as mulheres procuram imitar os homens criando suas armaduras para poderem se blindar, não se envolver com alguém e não se machucar. Só que a vida geralmente tem dois destinos para as mulheres que não sabem lidar com isso, um deles é que acabam se machucando mais, porque a armadura cai no momento em que o cavalheiro desistiu de atacar, e ai acabam desprotegidas chorando pelos cantos; o segundo caminho (e na minha opinião o pior) a armadura nunca cai e ai se tornam aquelas eternas encalhadas que ao menor deslize do cara já começam a cuspir teorias de relacionamento, filosofias sentimentais, sofismas amorosos e demais chatices que as qualificam como mulheres 3 p’s (pentelha, pedante e prepotente). Pelo menos o seu caso parece ser o primeiro, minha dica é você pegar o timing pra derrubar sua armadura, não ficar desarmada antes do tempo, nem tardiamente (como foi o caso)."

Ele respondendo uma das leitoras..
http://www.manualdocafajeste.com/tag/quimica/

Meu comentário:
O problema de tudo é a armadura né?

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pra quê tentar entender?




Mulher sabe muito disso. Homem não pode ver umas pernas de fora que já te olha como se quisesse tirar todo o resto. E eu nem me sinto lisonjeada com esses olhares não, até por que eles não perdoam ninguém. A mulher pode ser o pior estilo "camarão", se tiver um pouco mais de preenchimento na parte de trás da calça jeans, pode ter certeza, eles olharão. Apesar da minha ciência sobre a falta de senso crítico masculino, ultimamente eu tenho percebido reações diferentes da parte deles (dos desconhecidos). As olhadas aumentaram um pouco de número, mas não é esse exatamente o ponto. É a forma como eles tem olhado. Não falo à noite nas festas ou quando eu visto um decote mais inspirado. Não! Eu falo de quando eu estou com roupa de faculdade esperando o ônibus. Entenda "roupa de faculdade" por calça jeans, blusa folgada, casaco e all star (pelo menos na minha concepção, por que algumas pessoas se eu for comentar daria um outro post completo). Enfim, eles tem olhado diferente. Uns passam no carro e torcem o pescoço como se quisesse observar cada detalhe. E eu fico sentanda debaixo da parada me perguntando "o que diabos eles tanto olham?". Vai saber. Quem sabe eles tentam descobrir no fundo da minha alma os meus anseios e desejos de universitária caloura. PÉÉÉÉÉÉÉNNNNN!!!. Resposta errada, Mirella. Nesse momento eu acordo desse post meloso e cheio de esperança em relação ao conflituoso sexo masculino e lembro que "não é assim que funciona meu bem!". Já me falaram isso uma vez, não exatamente com essas palavras, e realmente não é assim que funciona, pelo menos não com eles. Pra quê querer questionar, reclamar, tentar entender. É simples: é mulher, tem bunda, dá um caldo? tem que analisar o "produto".

Típico post para o entre sutiãs, postarei em breve. Enquanto isso, entra lá ,comenta também! www.entresutias.blogspot.com

domingo, 4 de outubro de 2009

Aleatoriedades

O que eu deveria estar fazendo? Estudando
o que eu realmente estou fazendo?
-Ouvindo música
-procurando passagens baratas
-atualizando fotos no orkut
-twittando
-postando coisas idiotas no meu blog.

Por quê? Por que eu não tenho conseguido me concentrar nas coisas da faculdade ultimamente, a menos que elas tenham que ser entregues na aula da oito da manhã do dia seguinte e já sejam pra lá de seis da tarde. No momento eu tenho relatório e prova de antropolia pra fazer, roteiro do filme de OBAV e textos e mais textos de ICP pra ler. Mas não, eu estou escrevendo aleatoriedades nesse post inútil.
Já que estou escrevendo coisas aleatorias, por que não falar do nosso projeto recente (como se eu já não tivesse coisas demais pra fazer, eu ainda arranjo projetos pessoais), o blog Entre Sutiãs, sete meninas, sete dias da semana, e um monte de assuntos que vão dar o que falar... a gente vai escrever de tudo, acredite de tudo e sem nenhum falso pudor, afinal, a gente é da Comunicação. E esse blog já me custou a conta do orkut, que por um erro de percurso transformou minha conta do gmail em "entresutias@gmail.com", e como eu não quero perder meu orkut e muito menos o Coisa Pessoa[is], vai ficar assim mesmo. A arte provisória do blog... Vai bombar!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Um grande fingidor.

"O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente."
(Fernando Pessoa)

Mais uma alusão ao nome do meu blog, por que dor é uma coisa pessoa[l], nesse caso tratado pelo Pessoa. Por essas e outras que eu adoro esse nome.

domingo, 27 de setembro de 2009

Entre namorar e estar solteiro.

Para os blogueiros de platão talvez esse tema não lhes pareça muito estranho. Um blog em particular tem tratado bastante dele, O manual do cafajeste (para mulheres). E apesar do nome, o autor (que namora a um certo pequeno periodo de tempo) defendeu o namoro. Mas por que cargas d água eu estaria tocando nesse assunto? Vamos então ao meu relato/desabafo. Sexta-feira dia de happy-hour (fake) do CACOM, sem muitas surpresa, o happy-hour não vingou, ninguém ficou (exceto por alguns viciados em poker, cigarro e cerveja quente, ah e eu Lais e Ju, claro). Pois então, o happy-hour não funcionou, mas nós ficamos lá mesmo assim, conversando assuntos bastante interessantes, diga-se de passagem. Entre teorias do um dos nossos veteranos, e um baita cansaço, decidimos ir embora sem esticar pra nenhum lugar. Aí começam minhas viagens e filosofias: sozinha em casa, depois de um longo banho, deitada na minha rede olhando para o teto. Bateu aquela carência muito forte de sexta-feira a noite, daquelas incontroláveis que eu não sentiria se tivesse saído. Até conversei com algumas amigas, inclusive uma delas me ligou e ficamos até altas horas no telefone. Se naquele momento eu tivesse ligado o computador para fazer um post, todos os leitores achariam que eu sou uma louca desesperada necessitada de atenção, mas eu fui feliz e não fiz isso. Ao longo do final de semana, e passado esse momento fora de mim, continuei minhas filosofias sobre estar com alguem ou não. Vou começar colando um trecho do Manual do Cafajeste e em seguida faço meus comentários.

"Balada solteiro vs balada acompanhado – Eu nunca imaginei sair de balada com namorada. Achava que uma coisa não combinava com a outra, mas ultimamente tenho visto o lado positivo. Quando se vai solteiro pra balada há o risco de seus amigos pegarem alguém e você ficar todo bobo esperando algum deles desencanar da garota que está beijando. Namorando obviamente não há esse risco, mas eu imaginava que seria um porre ficar com a namorada a noite inteira “dançando”. E ai entra o segredo de namorar e ir pra balada, sair com amigos. A namorada se diverte dançando com as amigas, o cara conversa e fala merda com os amigos e quando bate a saudade, dá um beijo, ‘dança’ e assim vai."

É só um dos tópicos que ele defende o fato de estar namorando. De fato eu concordo com ele que diversos fatores favoressem o engajamento num namoro, mas vamos exercitar a empatia (como disse uma colega um dia desses), coloquem-se no meu lugar. Dos ultimos cinco anos, três eu estive namorando, entre os 15 e 17 anos eu praticamente não saía sozinha pra virar noites na rua por que minha mãe não deixava, e quando tinha a oportunidade eu estava com o meu namorado. Não que eu esteja reclamando, eu vivi momentos lindos junto com ele, me divertia muito. Nos dois anos recentes (que eu moro aqui em Brasília) eu conhecia pouquissimas pessoas e mesmo assim dava prioridade ao vestibular, sobrava quase nada para farrinhas. E aí quando eu estou "enrolada" com alguém e minhas amigas mais antigas perguntam "cê acha que sai namoro?", eu respondo quase que instantaneamente "não sei, mas eu prefiro que não", eu percebo nas vozes delas o tom de espanto pela amiga certinha e romântica fazer um comentário tão frio. Pois então, nesse momento entra minha explicação. Eu sou sim romantica ainda, ainda acredito no amor, de fato. Só que eu estou vivendo uma fase totalmente nova da minha vida, e tudo isso a tão pouco tempo. Minhas amigas são hilárias, todas solteiras, hiperdivertidas, e eu não acho que a situação seria a mesma se eu estivesse namorando. Poder sair, "olhar" despreocupada e sem peso na consciência; não precisar dar satisfação; ter a liberdade de conhecer diversas outras pessoas por não estar envolvida. É isso que eu vivo nesse momento. Eu prefiro aproveitar um pouco, e só depois pensar em mudar essa situação. Ou quem sabe ela muda sem que eu se quer perceba.

AHH, www.manualdocafajeste.com leia, sigam, acompanhem, vale a pena.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O Trabalho de IPP, eu tinha q fazer uma propaganda de mim. colocar minha vó pra falar deve ter sido no minino inteligente. Trabalhando na edição do trabalho de Comunicação e Universidade. Será sim, postado em breve =)

sábado, 19 de setembro de 2009

One Tree Hill 7a temporada.


Essa semana eu achei o episódio da sétima temporada de One Tree Hill legendado e, apesar de desanimada, baixei pra assistir. Por que desamanimada se é a seria que eu acho mais completa de todas as que eu assisti? Devido alguns rumores que eu li por aí e no final viraram verdades. Os protagonistas do seriado não fazem mais parte dele(!). Pois é, o Lucas que fazia praticamente todas as histórias girarem em torno dele e que tantas vezes narrava citações maravilhosas no final de alguns episódios, que levava a essência principal da série (a sua paixão pela literatura). Tudo bem que ele e a Peyton tiveram um final emocionante, casaram, tiveram uma filha linda, finalmente conseguiram ficar juntos e realizar o principal que era constituir uma família, mas eu tenho certeza que Mark Schwahn teria criatividade de sobra para criar histórias tão ou mais intrigantes para os dois. Mas de fato a causa maior da saída dos dois não foi a falta de inspiração do autor (se esse fosse realmente o problema eu ficaria menos decepcionada com os intérpretes). Enfim, assisti ao retorno dos meu outros personagens favoritos que também enriquecem a série tanto quanto os protagonistas. Nate na NBA, Haley gravando, Brooke (muito mais doce e sentimental)vivendo um amor a distância com o Julian, Millie dirigindo a "Clothes over bros", e o fofo do Jamie mais esperto do que nunca. Quanto aos novos personagens, eu confesso que estou muito curiosa pelo desenrolar das coisas entre eles. Clay, o empresário bem sucedido de Natan, que alega claramente não acreditar em amor logo no primeiro episódio; e Quinn, irmã da Haley que largou o marido por que descobriu que dormia com um completo desconhecido. Com certeza o Clay não substitui o Lucas de forma alguma, mas olhando aquele rostinho desprotegido, eu sinto que ele vai trazer emoções interessantes a trama. E quem sabe no desenrolar das dos episódios o casal principal não "Volta de viagem"? To torcendo por isso.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

mudei, sim, mudei.



"Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece, é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar. Na maioria das vezes, é preciso apenas uma pessoa que tenha pavor de demonstrar o que sente para conseguir o que jamais achou possível. E algumas coisas nunca mudam. E que comece o novo jogo."

Mudei, sim, mudei. Mas todo mundo muda, todo mundo vive novas experiências que nos fazem enxergar as coisas de outro modo, e até mesmo encará-las de outra forma. É isso, eu encaro as coisas de outra forma, mas nem tudo tambem. Minha essência é a mesma. Se você se decepciona achando que eu sou outra pessoa, fique feliz, eu sou a mesma, naquelas coisas boas, sabe. Com alguns retoques de fato, mas aquilo que possivelmente você gostava em mim sem dúvida está aqui em algum lugar do meio dessas tantas coisas novas que você provavelmente tambem vai gostas

terça-feira, 15 de setembro de 2009

A produtividade indiscutível da aula de ICP


11 a.m., aula de introdução a ciência política e as viagens da minha cabeça vão além dos contratos sociais de John Locke. Uma das poucas matérias que eu realmente tenho que fazer esforço pra estudar ou ao menos me concentrar na leitura dos textos. O bom disso tudo é que a cada aula de ICP que eu assisto, fico mais feliz de ter mudado repentinamente de Relações internacionais para a Comunicação social. Eu estou, definitivamente, no curso certo. Mas a felicidade de não estar em Rel. funciona como uma desculpa para não escutar nada do que a professora tenta explicar e voar para uma área bem menos produtiva da minha concentração: os dilemas da minha vida. Fazendo uma análise etimologica bem grotesca da palavra. DILEMA. LEMA: ah, sei lá, me parece uma ideia a ser seguida, talvez. DI: duplicidade (bem óbvio). Enfim, encaixando-se perfeitamente na minha situação atual. Dois caminhos, uma dúvida. E eu aproveito a aula da matéria que eu estou mais enrolada pra tentar solucionar o problema...Eu preciso, definitivamente, de conselhos amigos.

domingo, 13 de setembro de 2009

Trabalhos de Universitária

Entre tantos textos e trabalhos... Um dos mais interessantes e legais de se fazer: Introdução a antropologia. O professor mandou escolher um grupo pra analisar.. É, um grupo, sei lá, os pivetes que fazem baderna na minha janela toda noite, ou o pessoal que pega onibus pra UnB todo dia de manhã. Pois é, adivinhem então o que eu decidi analisar: Minha Família aos finais de semana!
O que seria mais curioso e peculiar. Vai aí o primeiro texto, a apresentação da minha escolha para análise.

Trabalho de campo

Há cerca de dois anos eu moro na casa dos meus avós paternos, e para alguém que morou a vida inteira na sua casa com os pais e irmãs apenas, eu tenho vivido experiências que não há como enfrentar do modo como enfrentaria uma visita de final de semana. Alguns eventos que de fato só acontecem em casa de avós e que desde que decidi usar minha família como “objeto de observação” passei a analisar de forma um pouco mais neutra, nem como neta visitante, nem como moradora da casa que vive lotada nos fins de semana e feriados. Vou fazer então uma breve descrição do grupo que decidi analisar, observar, estudar, seja lá qual for o termo a ser usado.

Família nordestina, mais precisamente interior de Pernambuco. Os pais (meus avós, no caso) mudaram para Brasília cerca de vinte anos. Vieram quatro dos cinco filhos junto com os pais, apenas a mulher (minha mãe) casou e ficou na cidade natal. Chegando aqui os filhos ainda passaram um tempo sozinhos devido a problemas que os pais tinham que resolver em Pernambuco, mas com alguns poucos anos, voltaram e ficaram com os filhos novamente.

Hoje contam ainda quatro filhos homens, desses, três são casados. Um com três filhos, outro com dois e o ultimo com uma menina. O filho solteiro com um filho também, mas esse não freqüenta a casa devido à guarda pertencer a mãe que não mora na cidade. Eu e minha irmã mais nova nos somamos aos netos próximos (a minha irmã mais velha ficou em recife). No total são quatro filhos, três noras, oito netos, os Pais, e a empregada doméstica. Desse total, são moradores da casa duas netas, um filho, os Pais e a empregada.

Um dos motivos que me fizeram escolher minha própria família para estudo foram as peculiaridades das reuniões de final de semana, feriado, etc. Por que afinal todos tem que estar na casa dos meus avós sagradamente todos os finais de semana. Alguns vêm aos sábados e domingos, outros se vem no sábado, não aparecem no domingo, e em alguns feriados e datas especiais a visita ganha maiores proporções virando churrascos ou almoços especiais.

Algumas coisas, apesar de comuns, realmente despertam minha curiosidade. O revezamento na mesa que nunca cabe todo mundo, a televisão ligada em alto volume apesar de todos em volta dela não prestarem atenção e conversarem muitas vezes mais alto que ela, a correria na hora de servir a sobremesa para cada criança, as conversas em alto tom que muitas vezes se assemelham a discussões apesar de não passar de uma conversa descontraída de família. Dentre outras curiosidades que talvez por serem corriqueiras, nunca havia parado para analisar.



domingo, 6 de setembro de 2009

Primeiro texto de "Comunicação e Universidade"

Nos "intervalos" da vida.

" Em um desses fins de semana em que a família toda se reúne, eu escutei minha prima reclamando que não aguentava mais estudar. Ela reclamava de aulas extras para o PAS e testes vocacionais. Pois é, mas ela ainda está no primeiro ano do ensino médio.
E aí a gente para pra pensar, o que fica da vida escolar depois de alcançar o tão difícil objetivo de entrar na Universidade? Passei muito tempo puxando pela memória e o que mais me vinha a cabeça era justamente aquilo de que minha prima tanto reclamava: provas, aulas extras, simulados, testes vocacionais.
Mas, afinal, seria então a vida escolar uma eterna corrida para entrar na Universidade Pública? Não conformada com a situação em que se encontravam memórias de tantos anos da minha vida, forcei a mente e milhões de tantas outras coisas boas começaram a surgir.
De fato, os primeiros dias chorando no jardim de infância ficaram bastante apagados na minha memória. Mas ainda restam tantas outras coisas. Os mais marcados com certeza são os anos do ensino fundamental. Anos de atleta pra mim. Sim, atleta! Treinava compromissadamente todos os dias da semana. E com obrigações de manter as notas altas, modéstia à parte. As feiras culturais também são aquelas inesquecíveis. e eu me impressiono hoje com a capacidade que eu tinha de me engajar em tantos projetos de uma só vez. Principalmente os painéis. Ah, os painéis! todas as turmas dos fundamental tinham a minha assinatura em pelo menos um dos seus painéis. Uma das melhores coisas dessa mesma época eram as festas de 15 anos. Uma das poucas vezes que meus pais me deixavam virar noites fora de casa. Afinal, eu tinha o que? 13, 14, anos?
E aí veio o ensino médio. Eu, como a "nerd" da turma, larguei o esporte. As revisões de véspera de prova já não faziam mais efeito. Então eu volto a dificuldade da minha prima. Pressão, prova, vestibular. Mas tanta coisa melhor pode ficar acima disso. Fiz amigos pra vida toda, matei algumas aulas, confesso. E aproveitei cada minuto de cada intervalo, que, diga-se de passagem, são os melhores momentos da escola."


Mirella Pessoa

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Procurando tempo e inspiração pra escrever entre uma xerox e outra...

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Um mundo de possibilidades.

A primeira semana de universitária é uma loucura total (pra quem sabe). Pelo menos na UnB é de deixar qualquer calouro completamente perdido. Professores que simplesmente não dão as caras, aulas que são trocadas de lugar, sem contar nas aulas de professores extremamente novinhos que fazem a gente ficar se perguntando "será que isso não é trote??". E a imensidão que é aquele lugar... deveria constar no guia do calouro um minimapa da UnB com as respectivas sala e ainda explicando o esquema de numeração. Por que , diga-se de passagem, se a gente for depender dos veteranos pra nos guiar, a gente vai ficar dando voltas e voltas até achar o fictício Centro de Orientação (CO, que na verdade é Centro Olímpico), ou esperando horas pelo Transminhoção (que nunca existiu). Tirando os contratempos causados pela minha falta de experiência, eu devo ser a pessoa mais deslumbrada da Capital Federal. Não deve existir curso mais certo pra mim nessa vida, e olha que ainda nem teve aula direito, foi apresentação na maior parte do tempo. Se eu postar a descrição de duas das minhas matérias vai ficar bem claro esse meu deslumbramento (pelo menos para aqueles que me conhecem bem).

Fundamentos da Comunicação Visual
Noções básicas sobre a linguagem visual e sua aplicação no âmbito da Comunicação Visual. Conhecimento dos elementos (formas, cores, tipologia..) e princípios que articulam a linguagem visual. Noções introdutórias sobre o processo de Comunicação Visual e sobre o planejamento e desenvolvimento de projetos que envolvam essa linguagem.

A gente vai mexer com layout, photoshop, tinta, cartolina, tesoura, etc, etc, etc. Cada aula um trabalho manual, fotos e coisa e tal. O que mais eu poderia querer?


Oficina básica de Audiovisual
Construção da narrativa audiovisual. A pesquisa da realidade através dos sons e imagens. As possibilidades e limitações da realização audiovisual em video.

As aulas giram em torno do projeto final: Um curta de no mínino 3 e no máximo 6 minutos. Pode ser o que a gente quizer: Clipe, propaganda, historia... E todos eles serão exibidos no FECUCA (Festival de Curta dos Calouros).

E eu já to borbulhando de idéias...



sábado, 15 de agosto de 2009

calouro que é calouro...


...

-marca encontro pelo orkut pra socializar "o quanto antes";

-fica perguntando que professores os colegas pegaram, sem nem se quer fazer idéia de quem seja cada um;

-começa a programar a Realize e a pensar em temas pra festa que vai ser no final de outubro;

-diz que nunca mais quer saber de vestibular, mas quando encontra os colegas de curso faz perguntas do tipo "Quanto foi o seu argumento?" ou "Serio que você tirou 3 na redação?!?";

-fica contando os dias pra aulas começarem e quase morre do coração ao saber que o inicio das aulas são adiados por mais uma semana por causa da nova gripe.


Calourisses, gente. Calourisses...Afinal, eles só estão a um semestre a nossa frente (segunda uma das calouras), o que pode ter de melhor?!?!

Diversões a parte dessa galera do 2/2009 que promete!

domingo, 9 de agosto de 2009


Família.
10 a.m. Dia dos pais, feijoada pronta na cozinha e eu dormindo no andar de cima. A acústica da minha casa permite saber exatamente o que se passa lá em baixo sem precisar se quer abrir uma frestinha da porta. Então eu sei quem vai chegando aos poucos. Aqueles que chegam primeiro são os que falam mais alto "cadê Mirella??" "Dormindo, ainda?!!". Os próximos já são um pouco mais discretos, meu avô que os anuncia dessa vez "Oh que lindo, é pra mim, meu amor!?". Uma prima pequena chegando. E entre pessoas entrando pra dar os parabéns ao meu avô e outras saindo pra comprar cervejas e complementos para o almoço, eu decido levantar. Família grande é engraçado. A gente briga por causa do tanto de gente em cima da mesa, da comida que não vai dar pra todo mundo, do sorvete que não deixaram pra mim, da bagunça que as crianças deixaram; mas a falta que faz quando a casa está vazia é imensamente mais insuportável. Morar em casa de as vezes é tenso e tumultuado, mas a fofoca depois do almoço compensa sempre. O fato de ser Família, de saber exatamente o momento de me deixar vermelha, ou os tios gritando pelo gol do flamengo é o que engrandece o dia dos pais, das mães, natal, ou qualquer data comemorativa que reúna a família. E apesar de todo estresse, não, eu não trocaria isso por nada. Mais afinal, quem vai lavar a louça?

sábado, 8 de agosto de 2009

A preguiça se alimenta dos seus próprios frutos.

Quanto menos você faz, menos você quer fazer. Fato! Confesso que eu sou suspeita pra falar do pecado da preguiça, uma vez que já pensei ser engolida por ele diversas vezes. Mas é certo que até o mais avantajado de disposição há de concordar comigo que quanto menos tarefas você tem durante o dia maior é a falta de vontade de acrescentar mais uma ou outra. Hoje eu ainda estou de ferias (sim, da UnB) e apesar de ansiosa, com pouca disposição pra começar a rotina de universitária. Ontem recebi um comunicado da FAC avisando de o inicio das aulas seria adiado por mais uma semana devido ao surto de gripe suína. No quê essa semana a mais ajudaria, não me perguntem, a área de saúde cabe a minha irmã mais velha, ela saberia explicar melhor. Enfim, mais uma semana alimentando a minha preguiça dentro de casa. Nada de inédito, acordar depois das 10, descer as escadas com muito custo e gritar o nome de Carlene e Vovó incessantemente (já filosofei muito a respeito da energia que esses nomes me fornecem). Só tenho receio desse meu monstrinho ficar alimentado demais e tomar todas as forças do começo de semestre. Felizmente já estou tomando as devidas providências. Caminhar?? (aii, coragem) É, poderia ser uma solução.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Um Universo paralelo nas telas.



No embracine pra assistir Harry Potter mais uma vez, só que dessa vez legendado. Um dos motivos que me faz preferir assistir os filmes legendados (além de ter aversão às dublagens toscas) é o fato de eu adorar ficar reparando nas riquezas das expressões idiomáticas. E o melhor é que em Hogwarts essas expressões ganham suas adicionais especialmente “mágicas”. Sem contar que não tem preço se deliciar no sotaque britânico em especial da Emma Watson espirrando chingamentos ciumentos pro Rony. Às vezes eu me pergunto de onde vem tanta inspiração pra criar esse universo paralelo de Harry Potter, e o que pensam os autores na hora de escrever historias como o senhor dos anéis, crepúsculo? E mais, como se sentem quando vêem tudo aquilo recriado na tela, incrivelmente real?! Deve ser como aqueles sonhos ou amigos imaginários de infância ganhando vida, bem ali na sua frente. Oh my god. Viagens a parte, é realmente uma pena eu não ter lido os livros, imagino o quão mais incrível deve ser se deixar levar pelas descrições da J.K.. Vou ficar com os filmes por enquanto, quem sabe eu n tiro um dia pra ir ao sebo e comprar a coleção e devorar toda de uma vez, afinal, agora vai me sobrar tempo =P.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Tecnologia burra a quem usa de forma burra.


Escuto críticas de todos os lados dizendo que a tecnologia vinculada a internet isola cada vez mais as pessoas, uma vez que ficam trancadas em suas casas em frente ao computador. De certa forma isso é certo, algumas pessoas trocam o fim-de-semana no parque ou a noite na balada por uma virada de noite navegando na internet, deixam de socializar, conhecer pessoas novas e ficam infurnados naquele mundo virtual. Mas o problema ganha a solução a partir do momento em que trazemos essa "virtualidade" para o mundo real (meio sem lojica, né?). Hoje eu fui à reunião com a Dione, coordenadora do meu curso, entre instruções de nota, como não ser jubilado ou ficar "sob condição", rostos e mais rostos conhecidos. Pois é, conhecidos "virtualmente", alguns poucos eu tinha conhecido no dia do registro, ou outros eu já tinha "fuçado" no orkut sabia quem eram, a habilitação, alguns até onde moravam. Engraçado foi a surpresa de montes de veteranos deixando "parabens, caloura" no meu orkut, e eu me perguntava "Como essa galera me conhece, e sabe que eu passei??". Eis a resposta: A tecnologia reunia todo mundo, tudo rolava na comunidade dos calouros. Mal saía o resultado e já tinham criado a comunidade, divulgado a lista de calouros, até questionário pra gente responder já tinha lá. Enfim, terminada a reunião cada uma vai comprimentar aquele que já conhece e na saída, uma rodinha perguntando a todo mundo "Vocês vão pro almoço?" Pera, almoço? Como assim? Será que é aquele almoço que tavam combinando na comunidade?? Sim, era esse mesmo. E de papos em fórum de comunidades estávamos nós na mesa do restaurante do careca socializando entre os calouros ( e alguns poucos veteranos). É... Na saída eu comentei com a colega (até então conhecida apenas virtualmente) "Estranho sentar na mesa com um monte de gente que nem conhece, né?". E aí eu penso comigo mesma, se não fosse a comunidade, ninguém conheceria ninguém e no primeiro dia de aula chegaria todo mundo acanhado com mais cara de calouro ainda até que o primeiro corajoso tomasse iniciativa de perguntar o nome a alguém. Olha só o tempo que a gente ganha! Já chega todo mundo enturmado e com mais facilidade de conhecer mais pessoas. Por isso eu digo: toda tecnologia é burra praquele que a usa de forma burra.